Saturday, October 11, 2014
# of downloads of Pentaho BI Server CE 5.2 and Brazil is on top of that!!!
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Downloads of Pentaho BI Server CE 5.2
Thursday, October 09, 2014
VisualCue you should see what they are doing...
Some days ago I talked with Daniel Amato and Kerry Gilger about VisualCue in Brazil at their office in São Paulo.
So, I am here in Orlando and today I had lunch at Pentaho World 2014 with Daniel Amato and Kerry Gilger, CEO of VisualCue and they presented me a lot of great things about VisualCue, you guys should see their product.
The idea is simple your eyes can process/understand data faster than you can read it, so why not to create some pretty nice dashboards to help our BI users understand better their data?
So, I am here in Orlando and today I had lunch at Pentaho World 2014 with Daniel Amato and Kerry Gilger, CEO of VisualCue and they presented me a lot of great things about VisualCue, you guys should see their product.
The idea is simple your eyes can process/understand data faster than you can read it, so why not to create some pretty nice dashboards to help our BI users understand better their data?
The Tile
With VisualCue, you are the one in control. No matter what industry, or what role, we make it simple for you to understand your data, and your business. By using the human brain’s ability to capture, process, and understand pictures, VisualCue harnesses the natural ability of representing data with pictures.
It all has to start somewhere, and for us, its starts with the Tile. What may seem like a simple square filled with icons, is actually a powerful and diverse vehicle for understanding your data. The Tile displays huge amounts of data through its ability to simplify multiple data sets into a single icon. We call the icon a Cue, a Visual Cue! These dynamic Cues represent key points of data for the subject being monitored or analyzed. The Cues also speak a universal language, a visual language, which can de understood by anyone. The CEO, the manager, the technician, and your customer.
If you want to know more send me an e-mail.
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VisualCue
Skybox Imaging
In today’s connected world, every organization is deeply impacted by events across the globe on a daily basis. Skybox Imaging was founded on the premise that an ability to better understand these phenomena could fundamentally change the way humanity makes decisions on a daily basis -- increasing the profitability of businesses and improving the welfare of societies worldwide.
We build satellites, we write code, and we deploy data centers. But at heart Skybox is about unlocking the human story by approaching daily global activity as the world’s largest data science problem.
We call this Earth Observation 2.0, where satellites are simply sensors and the magic is in harnessing scalable computing and unbounded analytics to find answers to the world’s most important geospatial problems regardless of data source.
At Skybox, technology is a means to an end. We don’t design and build our own systems for fun (though it is). We do it because it gives us the flexibility to address your needs in the way that works best for you and your organization. Our satellites and software are constantly evolving to better serve you. Reach out to tell us what you need. We don’t believe in ‘build it and they will come.’ We do believe in building powerful high performance systems that match the real needs of real customers changing the world on a daily basis.
http://www.skyboximaging.com
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Skybox Imaging
#PWorld14 Day 2
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#PWorld14 Day 2
#PWorld14 Day 1 - Weka Training with Mark Hall (Data Mining Architect)
Tuesday, October 07, 2014
Tuesday, September 23, 2014
7 métricas para controlar as vendas do seu negócio
Quais métricas usar nas vendas?
Escrito por Mario Rodrigues, especialista em vendas
“O que não pode ser medido não pode ser controlado e, consequentemente, não pode ser melhorado”. Esta é uma velha máxima do mundo das vendas que se faz verdadeira até os dias de hoje. Todo profissional do ramo deve entender que os indicadores de resultados são um dos quatro pilares das vendas, pois a partir deles os “gaps” podem ser identificados e corrigidos.
A métrica mais utilizada é o chamado índice de conversão, que mapeia a relação entre o número de contatos feitos pelo vendedor e os negócios fechados, mas ela não é suficiente para localizar onde os problemas, de fato, estão, quando os resultados não são satisfatórios.
Este fato, no entanto, não quer dizer que os indicadores precisem ser algo muito complexo. Com a utilização de apenas sete deles, o vendedor ou gestor já consegue ter pleno controle do desempenho individual e de toda a equipe. Se analisarmos os índices e as planilhas mais extensas de qualquer empresa, veremos que tudo está baseado nessas métricas. São elas:
1. Meta bem definida
Por incrível que pareça, muitos profissionais de vendas não sabem ou não recebem a informação de seus gestores sobre qual sua meta quantitativa. Ou seja, para iniciar qualquer período de trabalho, o vendedor precisa ter bem claros quantos negócios precisa fechar e quanto de dinheiro precisa trazer à empresa.
2. Ticket médio
Este é um índice mais elaborado, mas não difícil de ser posto em prática. Ele aponta quanto de dinheiro, em média, o vendedor traz à empresa por negócio fechado e identifica que alguns profissionais têm mais ou menos habilidade para atuar em determinado estilo de venda ou “mix de produto”. Para se calcular o ticket médio de um vendedor, basta dividir a quantidade de receita que ele trouxe pelo número de negócios ou pedidos fechados no mesmo período.
3. Prospecção
Nada mais é que a quantidade de contatos iniciados pelo vendedor que podem virar uma negociação fechada. Essa métrica aponta quanto de esforço o profissional faz para trazer negócios à empresa, sejam eles por meio de clientes novos ou antigos.
4. Nível de oportunidades encontradas
Um vendedor realiza, por exemplo, dez visitas durante certo período, mas em três delas ele não encontra a pessoa responsável, a reunião é adiada de última hora ou mesmo o cliente esperava ouvir sobre outro serviço. Com a utilização desse índice, o vendedor conclui, portanto, que suas visitas renderam sete oportunidades de negócio.
5. Propostas
Depois de encontrar as oportunidades, o vendedor as formaliza em cinco propostas. Mas por que ele não formalizou as sete oportunidades? Esta é uma pergunta muito feita por profissionais amadores e iniciantes. Na verdade, o vendedor maduro consegue identificar quando não há a possibilidade de fechar o negócio, quando o cliente não é potencial, e não dedica seu tempo para fazer uma proposta.
6. Negócios prováveis
São as propostas que apontam boas chances de o negócio ser fechado. Essa métrica aponta quando o cliente também demonstra interesse pela compra, quando o negócio se torna interessante para os dois lados;
7. Negócios fechados
O fundo do funil das vendas é o negócio fechado. Quando o vendedor segue esses passos, respeita a indicação de cada métrica, a tendência é que bons acordos sejam obtidos e as metas sejam batidas.
Fonte:
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-metricas-para-controlar-as-vendas-do-seu-negocio
Escrito por Mario Rodrigues, especialista em vendas
“O que não pode ser medido não pode ser controlado e, consequentemente, não pode ser melhorado”. Esta é uma velha máxima do mundo das vendas que se faz verdadeira até os dias de hoje. Todo profissional do ramo deve entender que os indicadores de resultados são um dos quatro pilares das vendas, pois a partir deles os “gaps” podem ser identificados e corrigidos.
A métrica mais utilizada é o chamado índice de conversão, que mapeia a relação entre o número de contatos feitos pelo vendedor e os negócios fechados, mas ela não é suficiente para localizar onde os problemas, de fato, estão, quando os resultados não são satisfatórios.
Este fato, no entanto, não quer dizer que os indicadores precisem ser algo muito complexo. Com a utilização de apenas sete deles, o vendedor ou gestor já consegue ter pleno controle do desempenho individual e de toda a equipe. Se analisarmos os índices e as planilhas mais extensas de qualquer empresa, veremos que tudo está baseado nessas métricas. São elas:
1. Meta bem definida
Por incrível que pareça, muitos profissionais de vendas não sabem ou não recebem a informação de seus gestores sobre qual sua meta quantitativa. Ou seja, para iniciar qualquer período de trabalho, o vendedor precisa ter bem claros quantos negócios precisa fechar e quanto de dinheiro precisa trazer à empresa.
2. Ticket médio
Este é um índice mais elaborado, mas não difícil de ser posto em prática. Ele aponta quanto de dinheiro, em média, o vendedor traz à empresa por negócio fechado e identifica que alguns profissionais têm mais ou menos habilidade para atuar em determinado estilo de venda ou “mix de produto”. Para se calcular o ticket médio de um vendedor, basta dividir a quantidade de receita que ele trouxe pelo número de negócios ou pedidos fechados no mesmo período.
3. Prospecção
Nada mais é que a quantidade de contatos iniciados pelo vendedor que podem virar uma negociação fechada. Essa métrica aponta quanto de esforço o profissional faz para trazer negócios à empresa, sejam eles por meio de clientes novos ou antigos.
4. Nível de oportunidades encontradas
Um vendedor realiza, por exemplo, dez visitas durante certo período, mas em três delas ele não encontra a pessoa responsável, a reunião é adiada de última hora ou mesmo o cliente esperava ouvir sobre outro serviço. Com a utilização desse índice, o vendedor conclui, portanto, que suas visitas renderam sete oportunidades de negócio.
5. Propostas
Depois de encontrar as oportunidades, o vendedor as formaliza em cinco propostas. Mas por que ele não formalizou as sete oportunidades? Esta é uma pergunta muito feita por profissionais amadores e iniciantes. Na verdade, o vendedor maduro consegue identificar quando não há a possibilidade de fechar o negócio, quando o cliente não é potencial, e não dedica seu tempo para fazer uma proposta.
6. Negócios prováveis
São as propostas que apontam boas chances de o negócio ser fechado. Essa métrica aponta quando o cliente também demonstra interesse pela compra, quando o negócio se torna interessante para os dois lados;
7. Negócios fechados
O fundo do funil das vendas é o negócio fechado. Quando o vendedor segue esses passos, respeita a indicação de cada métrica, a tendência é que bons acordos sejam obtidos e as metas sejam batidas.
Fonte:
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-metricas-para-controlar-as-vendas-do-seu-negocio
Criando uma coluna de controle (dtCarga) na sua tabela fato
SQL Server
select
getDate() as dtCarga
from suaTabela
PostgreSQL
select
now() as dtCarga
from nomeesquema.nometabela
CREATE TABLE dw.fact_table
(
sk_dim01 INTEGER
, sk_dim02 INTEGER
, measure01 NUMERIC(23,2)
, dtCarga Timestamp
)
;
select
getDate() as dtCarga
from suaTabela
PostgreSQL
select
now() as dtCarga
from nomeesquema.nometabela
CREATE TABLE dw.fact_table
(
sk_dim01 INTEGER
, sk_dim02 INTEGER
, measure01 NUMERIC(23,2)
, dtCarga Timestamp
)
;
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